Chalé de Sangue || Por - B
Andy Monroe estava a andar
pelos campos da sua nova casa pelos próximos três meses. Um acampamento velho,
feio e dominado por cupins.
- ei, Andy não é? –
apareciam alguma garotas, cercando-a.
- si-sim – responde a jovem
que não aparentava seus 15 anos.
O grupo nada respondeu, só
lançaram-lhe muitas porções de terra úmida.
garota suja, correu para o primeiro lugar que
avistou: uma floresta densa. “não é boa idéia. Já está escurecendo!” pensava.
Mas a ameaça das garotas era pior do que historinhas de terror para assustar
crianças.
As horas passavam, mas a
garota temia voltar para perto daquela gente estúpida, por tanto andava
floresta adentro, cada vez mais a fundo. A lua já estava no topo dos céus,
quando ouviu barulhos de galhos sendo quebrados atrás de si.
- quem é? – sussurrava a
garota virando-se.
Um vulto mascarado passa..
era uma mascara ‘tristeza’? não, deveria estar louca.
Depois desse breve
acontecimento,aproveitou ter andado apenas em linha reta e tomou o caminho de volta
ao acampamento de férias. Sim, a mascara ainda ecoava em sua mente, causando
pânico e eventuais tombos.
Quando finalmente avistou os
chalés, a lua já estava desaparecendo.
- tenho que correr –
sussurrava ao vento.
Entrou em seu chalé, e
dormiu por alguns minutos. Pesadelos.
E a corneta soou, hora de
acordar. Estava só, naquele local
estranho. Era impressão sua ou as paredes tinham riscos vermelhos de
sangue? Não, deveriam ser as garotas lhe pregando alguma peça.
A garota então pegou uma folha de
papel e começou a escrever:
"querida mamãe, se eu não sair viva deste, hm, acampamento de ferias, quero que saiba que lhe perdôo por me deixar aqui. Exposta e insegura, com garotas rudes e pessoas mascaradas floresta adentro. E o meu chalé, mãe do céu! Meu chalé tem por todo ele riscos de sangue! Tenho medo de dormir... Vai que o mascarado volta... Sinto estar escrevendo isso, te amo mãe,
Ass,
Andy Monroe, sua amada filha"
Depois de escrever aquela carta, depois de expressar seus sentimentos de medo, a guardou em sua mala. Pois sabia que sua mãe a iria querer.
- ei garota, todas na fogueira, agora! - anunciou uma das moderadoras.
- já vou - respondi
Mesmo com medo de ficar a luz da lua desprotegida, a garota foi. Lá encontrou o grupo de garotas rudes, e algumas outras familiares..
Logo depois uma das crianças pediu que brincassem de esconde-esconde, a luz da lua. Apesar de muito se recusar, Andy também iria participar, ordens da diretores do acampamento.
- você, de cabelos cacheados e loiros - a diretora apontou para Andy - já que não quer correr e se esconder, vai contar. Na floresta.
"O que? Só pode ser brincadeira."
Totalmente contrariada e morrendo de medo, mas foi. Não estava com o mínimo de vontade de voltar, então caminhou através da floresta. Sentou-se ao pé de uma grande arvore, e esperou o tempo passar.
- péssima escolha - soou uma vos robótica - estar na floresta a esta hora da noite... Você é um inseto, garota. Mas vou poupa-lá, causara pânico no acampamento - a vos gargalhou. - pode voltar, todos estão dormindo. Até aquelas garotas valentonas.
"Da onde vinha aquela vos?"
Se levantou e correu aos tropeços até o acampamento, a vos estava certa, a área da fogueira estava deserta, mas decidiu então ir falar com a diretora.
- diretora Caldwall, existe um maníaco na floresta
- ahh, mais uma com essa história?
- ele usa uma mascara da tristeza
- como sabe? Nem havia lhe dito esta parte.
- eu o vi, ontem a noite. E hoje ouvi sua vos.
- querida, deveria ser sua imaginação.
- venha até meu chalé, esta com sangue nas paredes.
A diretora e a jovem foram nervosas até o chalé, este não mais tinha sangue.
- garota, não minta mais para mim.
- não menti.
A diretora lançou a Andy um olhar severo, e voltou aos seus aposentos.
Antes do sol nascer a jovem resolve dar uma caminhada, e se depara com um homem arrastando um boneco de pano atras de si.
- senhor, este é um acampamento feminino - avisa-lhe a jovem.
E o homem se vira, mostrando uma mascara branca, a mascara 'alegria'. Uma gargalhada robótica se torna audível. O homem fica paralisado a observando.
Só então a garota percebe um detalhe assustador, o homem estava com uma faca ensangüentada nas mãos, o sangue era fresco, até pingava.
- tristeza a poupou, mas eu não faço isso - bradou o homem.
Levantou sua faca e avançou na direção da garota, que corria destemperadamente para seu chalé. Ao entrar lá, colocou uma cadeira e trancou a porta. Gritou, gritos agudos de pânico. Mas ninguém apareceu. A faca quebrou o vidro da porta e abriu a maçaneta. Andy se escondera dentro de sua mala, dentro do armário.
- onde esta, criatura? - dizia a vos - venha, prometo dar-lhe uma morte honrosa.
Aquilo tomava o pânico da garota, que por natureza já era insegura. Estava a ponto de gritar, então a corneta soou, e ouviu-se passos apressados para fora do chalé. Andy se levantou e correu diretamente para os aposentos da diretora e chorou de horror ao vê-lá mutilada em sua cadeira. Nem era mais reconhecida, sem ser por trapos de roupas.
Correu para fora, e identificou vários campistas mortos pendurados nas arvores, mastros e topos dos chalés. A assistente a diretora ligou para policia, mas o telefone estava mudo. O pânico tomou conta do pacato e monótono acampamento. Andy estava sentada sob a sua cama, e a porta se abre. Pensava ela que era a policia procurando os sobreviventes. Mas era tristeza.
- inseto! Ora só, você é minha favorita! - disse ele.
- ora.. Agradeço - foram as únicas palavras que saíram da garganta de Andy
- que dono seria eu se não salvasse meu mascote? Venha comigo, que lhe salvarei.
Relutante a garota foi. Mas na floresta encontraram 'alegria'.
- tristeza, sem sobreviventes, não mandei apegar-se a ela - ordenava Alegria.
- mas alegria, lhe suplico.
- basta! - vociferou Alegria - se não matas, eu a mato. Pegou uma Fac. E cortou-lhe um pedaço da garganta. Andy ficou horas com dor, agoniando mas viva. Alegria a arrastou até seu chalé, e jogou enormes quantias de sangue pelas paredes, pelo chão, até por cima de Andy. Horas se passaram e a garota ainda agoniava, ansiando pelo momento de sua morte. O seu chalé agora estava todo coberto de sangue poderia até ser descrito como “chalé de sangue”.
"querida mamãe, se eu não sair viva deste, hm, acampamento de ferias, quero que saiba que lhe perdôo por me deixar aqui. Exposta e insegura, com garotas rudes e pessoas mascaradas floresta adentro. E o meu chalé, mãe do céu! Meu chalé tem por todo ele riscos de sangue! Tenho medo de dormir... Vai que o mascarado volta... Sinto estar escrevendo isso, te amo mãe,
Ass,
Andy Monroe, sua amada filha"
Depois de escrever aquela carta, depois de expressar seus sentimentos de medo, a guardou em sua mala. Pois sabia que sua mãe a iria querer.
- ei garota, todas na fogueira, agora! - anunciou uma das moderadoras.
- já vou - respondi
Mesmo com medo de ficar a luz da lua desprotegida, a garota foi. Lá encontrou o grupo de garotas rudes, e algumas outras familiares..
Logo depois uma das crianças pediu que brincassem de esconde-esconde, a luz da lua. Apesar de muito se recusar, Andy também iria participar, ordens da diretores do acampamento.
- você, de cabelos cacheados e loiros - a diretora apontou para Andy - já que não quer correr e se esconder, vai contar. Na floresta.
"O que? Só pode ser brincadeira."
Totalmente contrariada e morrendo de medo, mas foi. Não estava com o mínimo de vontade de voltar, então caminhou através da floresta. Sentou-se ao pé de uma grande arvore, e esperou o tempo passar.
- péssima escolha - soou uma vos robótica - estar na floresta a esta hora da noite... Você é um inseto, garota. Mas vou poupa-lá, causara pânico no acampamento - a vos gargalhou. - pode voltar, todos estão dormindo. Até aquelas garotas valentonas.
"Da onde vinha aquela vos?"
Se levantou e correu aos tropeços até o acampamento, a vos estava certa, a área da fogueira estava deserta, mas decidiu então ir falar com a diretora.
- diretora Caldwall, existe um maníaco na floresta
- ahh, mais uma com essa história?
- ele usa uma mascara da tristeza
- como sabe? Nem havia lhe dito esta parte.
- eu o vi, ontem a noite. E hoje ouvi sua vos.
- querida, deveria ser sua imaginação.
- venha até meu chalé, esta com sangue nas paredes.
A diretora e a jovem foram nervosas até o chalé, este não mais tinha sangue.
- garota, não minta mais para mim.
- não menti.
A diretora lançou a Andy um olhar severo, e voltou aos seus aposentos.
Antes do sol nascer a jovem resolve dar uma caminhada, e se depara com um homem arrastando um boneco de pano atras de si.
- senhor, este é um acampamento feminino - avisa-lhe a jovem.
E o homem se vira, mostrando uma mascara branca, a mascara 'alegria'. Uma gargalhada robótica se torna audível. O homem fica paralisado a observando.
Só então a garota percebe um detalhe assustador, o homem estava com uma faca ensangüentada nas mãos, o sangue era fresco, até pingava.
- tristeza a poupou, mas eu não faço isso - bradou o homem.
Levantou sua faca e avançou na direção da garota, que corria destemperadamente para seu chalé. Ao entrar lá, colocou uma cadeira e trancou a porta. Gritou, gritos agudos de pânico. Mas ninguém apareceu. A faca quebrou o vidro da porta e abriu a maçaneta. Andy se escondera dentro de sua mala, dentro do armário.
- onde esta, criatura? - dizia a vos - venha, prometo dar-lhe uma morte honrosa.
Aquilo tomava o pânico da garota, que por natureza já era insegura. Estava a ponto de gritar, então a corneta soou, e ouviu-se passos apressados para fora do chalé. Andy se levantou e correu diretamente para os aposentos da diretora e chorou de horror ao vê-lá mutilada em sua cadeira. Nem era mais reconhecida, sem ser por trapos de roupas.
Correu para fora, e identificou vários campistas mortos pendurados nas arvores, mastros e topos dos chalés. A assistente a diretora ligou para policia, mas o telefone estava mudo. O pânico tomou conta do pacato e monótono acampamento. Andy estava sentada sob a sua cama, e a porta se abre. Pensava ela que era a policia procurando os sobreviventes. Mas era tristeza.
- inseto! Ora só, você é minha favorita! - disse ele.
- ora.. Agradeço - foram as únicas palavras que saíram da garganta de Andy
- que dono seria eu se não salvasse meu mascote? Venha comigo, que lhe salvarei.
Relutante a garota foi. Mas na floresta encontraram 'alegria'.
- tristeza, sem sobreviventes, não mandei apegar-se a ela - ordenava Alegria.
- mas alegria, lhe suplico.
- basta! - vociferou Alegria - se não matas, eu a mato. Pegou uma Fac. E cortou-lhe um pedaço da garganta. Andy ficou horas com dor, agoniando mas viva. Alegria a arrastou até seu chalé, e jogou enormes quantias de sangue pelas paredes, pelo chão, até por cima de Andy. Horas se passaram e a garota ainda agoniava, ansiando pelo momento de sua morte. O seu chalé agora estava todo coberto de sangue poderia até ser descrito como “chalé de sangue”.
- inseto! – exclamou tristeza – tenho
que lhe matar, mas tenho receio em lhe causar dor. Me apeguei a você.
Andy não entendia o porque de um
psicopata estar tão desconfortável em matá-la. Até que alegria veio e decepou
sua cabeça, mutilou seu corpo e escondeu por todo chalé. A dupla de assassinos
matou então, um por um, todos do acampamento, repetindo o processo que fizeram
com Andy, por fim se enterraram vivos. E tudo que restou foram os chalés de
sangue.
ps.: nova autora aqui!! espero que você, leitor, tenha gostado dessa história de minha autoria.. é a primeira história de terror que produzo, portanto.. paciência na hora de ler, e até mais!
- B